9/27/2013
"Quando esperneio e reclamo, faço birra e te cobro, te xingo, te reclamo.. é quando mais sinto tua falta. Meu barulho diz que falta que você tá fazendo nos meus dias. E tô me pegando chorando, acredita? Não é tristeza e nem alegria, mas eu já conheço esse choro, eu tô te reconhecendo não é dessa vida ( e não me importa se você tá acreditando ou não nisso de espiritualidade! rs). É por isso que, quando você me perceber meio down aos domingos, não é por que a folga acabou, ou que volto pras aulas,é que o domingo antecede uma semana de entre nós,uma semana entre o meu sorriso e o teu abraço, um semana de saudades do teu jeito todo errado, das merdas que você faz e de tudo que eu condeno, mas que tá fazendo eu me apaixonar por você. Não se cala, você que me acha tão madura não sabe a criança infantil que eu sou, a menina insegura, mimada, que ainda acredita em príncipe encantado (sem cavalo branco e nem castelo, por favor!). O seu silêncio ressuscita em mim toda a insegurança, toda a fragilidade e todos os abandonos que já sofri (não parece, mas mesmo os pequenos, foram muitos! rs). O teu silêncio me fala tanto mas me afirma tão pouco, me tira todo o chão que eu acredito ter nas palvras (ou finjo acreditar nelas!). Sou falante e vejo as coisas assim, ditas, sentidas...Talvez por isso você me ache tão sentida, eu sinto o peso das palavras e o tom colocado, mas não consigo ver o tom nas duas mensagens, não consigo idealizar as coisas como faz ( e eu acho engraçado de imaginar que você fica imaginando tudo, é fofo!rs). Aí você falava tanto, me chamava de linda e dizia que eu era fácil de me apaixonar e agora cala, me fragiliza e não consigo fingir. rs Sou tão boba, mas tão boba, que se você tivesse ideia, se soubesse lidar com isso, já saberia que sou tua, toda tua e que o amor chegou na minha porta!"
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