“O que eu quero é mais! Minha mente ultrapassou os contos de
fadas e hoje, o que procuro, não ouso chamar de príncipe encantado, denomino-o
homem. Busco alguém que a “perfeição” não sejam padrões robotizados e fixos,
mas alguém que tenha a percepção de um ser humano comum. Alguém que saiba
sorrir, me fazer sorrir mas que, principalmente, saiba chorar. Alguém que saiba
me acolher em seus braços mas que, vez ou outra, precisa do meu acolhimento.
Não peço um homem que me perceba sempre, mas que na maioria das vezes, saiba me
enxergar, muito além do que a maioria consegue ver. Alguém que entenda meu
sorriso, meu silêncio, meu sofrimento e se contente com a minha companhia,
somente, as vezes. Eu quero um homem, sem muito o que pôr, sem muito o que
tirar, eu procuro mais!”
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